A produção de leite no Sul do País dobrou de 4,9 bilhões de litros em 2000 para 12 bilhões de litros em 2017, num crescimento de 6,6% ao ano, contra uma média nacional
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A produção de leite no Sul do País dobrou de 4,9 bilhões de litros em 2000 para 12 bilhões de litros em 2017, num crescimento de 6,6% ao ano, contra uma média nacional de 3,2%, segundo Marcelo Pereira de Carvalho, coordenador do Interleite Sul, que está sendo realizado quarta e quinta-feiras, no Centro de Cultura e Eventos Plinio David de Nes Filho, em Chapecó.

Mais de 700 pessoas, dos três estados do Sul e até do Mato Grosso, estão inscritas no evento.

– Essa é a sexta edição do evento em Chapecó e reunimos o que temos de mais recente na área de tecnologia, palestras sobre robotização da ordenha, trouxemos cases de sucesso para inspirar os produtores e tendências de mercado – destacou o coordenador.

O primeiro palestrante foi o consultor de mercado Valter Galan, que afirmou que o dólar alto vai segurar as importações, que haviam crescido no início dano, devendo ficar abaixo do ano passado. Isso pode permitir também alguma exportação mas também pode aumentar alguns custos.

– Temos dois desafios, um é recuperar a demanda interna, pois se a economia vai bem a comercialização de leite vai bem. O outro é a oportunidade de exportação. Mas para isso temos algumas questões para resolver a longo prazo, como custos de logística, industriais e acesso a mercados. Temos que abrir mercados para fazer fluir uma produção que vai superar a demanda nos próximos cinco anos – disse Galan.

Ele afirmou que a produção no Sul deve continuar crescendo pois tem condições de produzir com competividade. Ressaltou que Santa Catarina, com mais de três bilhões de litros por ano, produzi 1,5 vezes mais do que o Uruguai.

Mas ressaltou que além dos custos há necessidades básicas como melhorar a qualidade e adaptá-las às normativas que devem entrar em vigor no final do mês.

Em relação ao consumidor, apesar de estar num período em que normalmente o preço aumenta, ele prevê preços menores do que no ano passado. Um dos motivos é o menor custo de insumos como milho e farelo de soja. Outro motivo é que não há margem para grandes repasses de aumentos ao consumidor, pois isso acabaria reduzindo ainda mais o consumo no momento.

Dados sobre os principais indicadores para a cadeia produtiva do leite como preços do leite no mercado brasileiro e internacional, relação de troca ao produtor, balança comercial brasileira de leite e derivados.

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