Alessandro diz que a transformação começou de dentro para fora.
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Alessandro Rezende Guimarães é filho de João de Sena Guimarães, produtor de Unaí que foi atendido pelo Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) Balde Cheio entre 2018 e 2021, por meio da parceria do Sistema FAEMG com a Cooperativa Agropecuária de Unaí (CAPUL). No decorrer do programa, Alessandro deixou o emprego na cidade e assumiu a propriedade dentro do processo de sucessão familiar. Apaixonado pela bovinocultura de leite, ele aproveitou as oportunidades da ATeG para transformar a propriedade.

“Meu pai era modelão antigo. Eu tentava mudar, mas ele não aceitava. Chegamos a ficar três meses sem tirar leite porque as contas não fechavam. Quando começaram as visitas do técnico do programa, vi a possibilidade do meu pai aceitar as mudanças, já que ‘santo de casa não faz milagre’. Ele aceitou e começamos a mudar muita coisa”.

O técnico Frederico Reis lembra que as condições de produção na propriedade eram precárias. “Eles tinham pastos totalmente degradados, cochos e sistema de ordenha muito precários, que não favoreciam a sanidade do rebanho e a qualidade do leite. Trabalhamos muito e, ao final do programa, eles já tinham uma estrutura de ordenha exemplar, que proporcionou a melhoria da qualidade do leite, inclusive, atualmente, eles comercializam para uma empresa que paga pela qualidade do leite”.

Alessandro diz que a transformação começou de dentro para fora. “Passamos a tratar a atividade como negócio, fazendo planejamento e controlando despesas e receitas. Investimos e fizemos muitas melhorias na propriedade, como os cochos, o sistema de ordenha e a reforma das pastagens. Melhoramos o rebanho, adquirimos dois tanques de armazenamento de leite e um trator e implantamos sistema de irrigação”.

“A produção deles vem aumentando gradativamente e hoje está em cerca de 400 litros de leite por dia. O ATeG está fazendo a diferença na vida de muitos produtores. Alessandro e o pai retomaram a atividade porque tiveram a assistência do programa nos momentos difíceis”, afirmou o técnico.

“Só estou aqui hoje vivendo da renda do leite graças ao ATeG. Se fosse só eu e meu pai, acho que a gente ainda estava na ordenha balde ao pé ou tinha parado. Só temos que agradecer ao Sistema FAEMG e a todos os envolvidos no programa”.

O mercado de importação de leite em pó no Mercosul é impulsionado pelo Brasil como o maior importador.

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