Remuneração na entressafra caiu e criadores tentam novas formas de comercialização para não ficar no prejuízo.
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O preço do leite em Minas Gerais está caindo em plena entressafra do produto, período em que tradicionalmente a remuneração do pecuarista sobe.

Segundo produtores, a explicação está na queda do consumo. Como o litro subiu no primeiro semestre, o consumidor final passou a comprar menos. Sobrou leite nos estoques do varejo e a indústria está pagando menos ao criador.

Diante disso, a pecuarista Silvânia Aparecida de Oliveira, de Juiz de Fora, busca alternativas para garantir lucro, uma delas é a produção de queijo.

“As cooperativas estão pagando no máximo R$ 1,25 [por litro]. O [custo do] insumo não caiu, pelo contrário, está aumentando. Está ficando difícil”, avalia.

Há um ano ela e o marido deixaram de vender leite para as cooperativas. A solução foi fazer parcerias com vizinhos. Eles conseguiram um valor mais alto, cerca de R$ 1,60 por litro.

O produtor de queijos Gilson Expedito da Silva é um dos parceiros que compra o leite do casal. Ele diz que a distância pequena entre as duas propriedades facilita na hora de fechar o negócio.

“A gente fica muito na mão da indústria. Eu decidi fazer uma situação diferente. Eu compro um leite com mais qualidade e consigo agregar valor pra quem está vendendo para mim também”, explica Silva, que vende os queijos e outros derivados lácteos para mercados da região.

Fonte de proteínas, a ricota é preparada com o soro do queijo e possui menos gordura se comparada com os outros tipos.

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