Houve retração nos principais industrializados.
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Os produtores de leite brasileiros precisam estar atentos aos desafios que a crise do novo coronavírus vem imprimindo na cadeia, segundo o engenheiro agrônomo e diretor da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), Alberto Figueiredo. De acordo com ele, os produtos industrializados, como o queijo, devem sofrer alguma retração no mecado.

“O que se observa é uma retração de consumo da maioria dos produtos industrializados do setor, principalmente os queijos, que representam a quarta parte de todo o consumo”. Essa retração, segundo Figueiredo, é provocada, principalmente, pelo reduzido número de refeições fora de casa. “Essa é a consequência mais imediata e, esperamos, temporária”, completa.

No entanto, ele indica que, no médio prazo, “dependendo dos efeitos econômicos dessa pandemia, qualquer retrocesso no poder de compra da população poderá puxar para patamares inferiores, o consumo, já deprimido, desorganizando a cadeia produtiva do leite e frustrando projetos de incremento de produção e industrialização que estão sendo implantados no Brasil”.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil produz diariamente quase 100 milhões de litros de leite, que são vendidos ao consumidor nas mais diversas formas de industrialização. “Seja qual for a metodologia de cálculo utilizada, o consumo brasileiro ainda se situa abaixo do ideal preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 200 litros por pessoa por ano”, afirma Figueiredo.

“Em valores totais, o consumo de leite brasileiro só apresentou queda em 2001, 2003, 2015 e 2017. Mas se for considerado o consumo per capita, este vem caindo desde 2014, chegando ao nível de 166 litros de leite/habitante em 2017, valor que corresponde ao nível de consumo de 2012″, conclui.

Inventados para aliviar o trabalho nas salas de cura, eles ajudam na metamorfose dos queijos suíços.”

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