De acordo com a pasta, até 20 de janeiro foram 81 mil avisos e comunicados relacionados aos danos nas lavouras em regiões produtoras.
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A seca que atingiu regiões de produção agrícola no Brasil levaram a mais de 81 mil avisos de sinistro previstos em apólices de seguro rural e comunicados de perdas do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) relativos à safra 2021/2022. O levantamento foi feito pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura (Mapa), com base em dados das seguradoras e do Banco Central.

Em comunicado, o Ministério ressalta que o valor total em análise para as possíveis indenizações é superior a R$ 5 bilhões. Foram acionadas 42,541 mil apólices de seguro (com R$ 2,715 bilhões em análise) e feitos outros 38,906 mil comunicados do Proagro (com R$ 2,324 bilhões em análise) até 20 de janeiro. As perdas atingiram, principalmente, soja e milho. Mas foram registrados danos causados pela estiagem também em culturas como feijão, arroz, cana-de-açúcar, frutas e hortaliças, pecuária de leite e apicultura.

A soja tem quase 37 mil acionamentos (32% das apólices sinistradas). Dos quase 39 mil acionamentos de Proagro, mais de 26 mil foram de perdas no milho (68,7% do total). No comunicado, a pasta já avalia a possibilidade dos números serem revisados quando um novo levantamento for divulgado, no final de fevereiro, já que a seca persiste em várias regiões.

No seguro rural, as companhias seguradoras habilitadas no PSR realizam o pagamento das indenizações aos produtores, que têm acesso à subvenção ao prêmio, explica o Mapa. Já no Proagro, o produtor, geralmente ligado ao contrato de crédito rural de custeio do Pronaf, paga uma taxa adicional para aderir ao programa e a União arca com o pagamento das indenizações via Banco Central do Brasil e as instituições financeiras.

“Mesmo em anos de safra recordes estamos observando alta sinistralidade. Isso demonstra a importância do seguro rural e a necessidade de ampliação da cobertura em todas as regiões”, destaca a ministra Tereza Cristina, no comunicado.

 

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