A bovinocultura de leite é a segunda maior atividade agropecuária desenvolvida em Rondinha.
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Fonte: EMATER/RS

O projeto “Mulheres do Saber, do Ser e do Leite” é uma iniciativa da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), que tem o intuito de qualificar e valorizar o trabalho desenvolvido pelas mulheres na atividade da bovinocultura de leite, a partir do aprimoramento da gestão, melhoria na renda e na qualidade de vida, valorização da identidade feminina, da satisfação pessoal e das manifestações socioculturais dentro da família e na propriedade rural. O projeto foi iniciado em agosto deste ano e envolve 21 mulheres, de cinco comunidades rurais, assessoradas no Plano Socioassistencial do município e que desenvolvem a atividade da bovinocultura de leite em suas propriedades.

O projeto foi elaborado pela equipe da Emater/RS-Ascar de Rondinha e conta com o apoio das entidades locais, como a Prefeitura, Secretarias Municipais de Agricultura e Meio Ambiente, Obras, Assistência Social e Educação, da Inspetoria Veterinária e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais.

A bovinocultura de leite é a segunda maior atividade agropecuária desenvolvida em Rondinha. A representatividade da bovinocultura de leite no município instigou a realização do projeto “Mulheres do Saber, do Ser e do Leite”. O trabalho iniciou a partir de um diagnóstico realizado no município de Rondinha nos meses de abril, maio, junho e julho, que analisou a participação das mulheres na atividade leiteira, bem como seus desafios e aspirações.

“O levantamento realizado avaliou também o cenário da atividade leiteira no município, os empreendimentos rurais, infraestruturas, plantel, entre outras características. As abordagens da pesquisa foram de natureza qualitativa, extraindo aspectos sociais, comportamentos humanos, experiências individuais e de natureza quantitativa para obtenção de dados gerais. Para análise da pesquisa foram construídos indicadores que auxiliaram na elaboração da estrutura do projeto e das ações direcionadas”, explicaram as extensionistas da Emater/RS-Ascar, Josiane Bianchi e Zuleica de Abreu.

Durante este ano e também no próximo, as mulheres participarão de encontros técnicos que abordarão temas importantes envolvendo a atividade leiteira, como manejo do solo e da água, gestão da atividade, sanidade do rebanho, qualidade do leite, fitoterapia e homeopatia animal, nutrição, planejamento forrageiro, agroindustrialização, acesso a políticas públicas, entre outros.

Neste mês de novembro, mais um encontro foi realizado com as participantes do projeto, com enfoque ao tema gestão da atividade leiteira. O tema foi conduzido pelo extensionista rural da Emater/RS-Ascar Valdir Sangaletti, coordenador de sistemas de produção animal na região.

Sangaletti falou da importância da gestão compartilhada, que deve ser desenvolvida entre todos os integrantes da família, da abordagem sistêmica na propriedade, manejo do solo, planejamento forrageiro, controle do rebanho, gestão do capital e dos investimentos, uso das tecnologias para redução da penosidade e garantir melhores resultados, além de outros fatores importantes dentro da gestão da atividade. “Fazer gestão é pensar no todo, no alimento para os animais, na água, na sombra, nas instalações adequadas e eficientes. Tudo isso, dentro de um bom sistema de planejamento e controle, podendo mensurar a produção e a evolução da atividade”, comentou.

Encontros mensais são realizados trazendo para a discussão e reflexão os temas propostos no projeto. Ao mesmo tempo, a equipe da Emater/RS-Ascar segue realizando visitas técnicas para orientação e acompanhamento das propriedades rurais. A previsão de encerramento do projeto é dezembro de 2022.

As perspectivas dos fundamentos do mercado apertaram-se ainda mais do lado da oferta no último mês, com o pico de produção na NZ a permanecer mais fraco do que o esperado e a contínua pressão descendente sobre a produção de leite da UE.

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