Com a chegada das altas temperaturas, um grande desafio para a produção de leite é a queda na produção, que está diretamente ligada ao desconforto térmico das vacas.
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Com a chegada das altas temperaturas, um grande desafio para a produção de leite é a queda na produção, que está diretamente ligada ao desconforto térmico das vacas. O efeito do calor sobre o rebanho pode levar a uma segunda questão: a acidez ruminal, outro problema que prejudica a saúde e também acaba influenciando nos resultados do produtor.

Reprodução/Pixabay

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Para auxiliar na produção de leite nos meses mais quentes, algumas marcas disponibilizam em seus catálogos aditivos para a ração que têm como principal objetivo a redução do estresse térmico, atuando como refrescantes e ao mesmo tempo mantendo os animais nutridos e com produção de leite eficiente. “O aditivo ajuda a manter a hidratação celular das vacas e a limitar o aumento da temperatura geral do corpo das mesmas. Dessa forma, os animais continuarão aptos a produzir leite com a mesma eficiência que antes do calor.”, explica Henrique Freitas, gerente de produto de bovinos de leite, da Nutron.

Atualmente, a solução já é utilizada em outros países como Estados Unidos, França, Itália, Coreia do Sul, México, Peru e Rússia. “No Centro de Inovação da Cargill na Holanda, os pesquisadores descobriram que os aditivos também ajuda a prevenir a acidose ruminal, que é mais uma consequência indireta do estresse térmico”, comenta Henrique.

Nos Estados Unidos, alguns resultados foram percebidos. Com o verão intenso de Nova Jersey, na Califórnia, a operação leiteira acabava constantemente prejudicada e tendia à quedas de 15% na produção, com os lucros diminuindo na sequência. “Especialistas dos Estados Unidos estimaram que o estresse térmico custa à indústria cerca de US$ 900 milhões por ano. Então, a empresa desenvolveu uma solução alimentar que ajuda aos produtores de laticínios a enfrentarem os meses quentes, mantendo os rebanhos saudáveis e a produção de leite rentável”, finaliza o especialista.

A fraca demanda pressionou o valor, que caiu 0,6% no mês e 5,6% em 12 meses.

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