Comparando fevereiro de 2021 com o mesmo período do ano passado, a alta foi de quase 30% nos custos.
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Outro fator que tem contribuído para estreitar a lucratividade é o preço do leite em queda. Segundo o Centro de Inteligência do Leite (Cileite), da Embrapa Gado de Leite, na média Brasil, a cotação no mês passado fechou em R$ 1,99 por litro, recuo de 2,2% sobre janeiro. Na comparação anual, o preço nominal ao produtor ficou 40,3% acima do valor recebido em fevereiro de 2020.

O presidente da Conseleite, Rodrigo Rizzo, acredita que as dificuldades vão persistir. “Mesmo com esse novo auxílio emergencial anunciado pelo governo, que terá um valor menor e atingirá menor quantidade de famílias brasileiras neste ano, nós acreditamos que teremos enormes dificuldades para sustentar a economia como um todo e a cadeia de lácteos não é diferente disso. Precisamos pesar cada vez mais os nossos custos dentro de nossas propriedades e ajustar cada vez mais o nosso negócio”, pontua.

Entretanto, o comentarista do Canal Rural Benedito Rosa projeta uma alta nos preços. “Já em março, eu vejo uma recuperação leve e também nos meses seguintes, mas submetido a um grau de incertezas sobre como se comportará a economia brasileira em função da segunda onda da pandemia”, afirma.

“A manutenção de uma propriedade precisa de uma folga para investir e, no quadro em que estamos, os produtores de leite estão procurando uma forma de baixar os custos, sobretudo de uma alternativa de produção de alimentos no inverno”, completa.

No total, 57 prêmios vieram para o Brasil; produção do queijo mineiro já é reconhecido como patrimônio cultural imaterial.

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