Após dois meses de queda, os preços recebidos pela indústria no mercado atacadista do leite e derivados voltaram a registrar altas em setembro.
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aumentos foram verificados no leite condensado (5,52%), no leite UHT (3,41%), no leite em pó (1,61%) e no queijo muçarela (0,26%). O creme de leite a granel registrou leve recuo (1,71%) - Foto: Reprodução

Após dois meses de queda, os preços recebidos pela indústria no mercado atacadista do leite e derivados voltaram a registrar altas em setembro. Os aumentos foram verificados no leite condensado (5,52%), no leite UHT (3,41%), no leite em pó (1,61%) e no queijo muçarela (0,26%). O creme de leite a granel registrou leve recuo (1,71%). As oscilações nos valores dos produtos resultaram em uma variação total ponderada de +1,82% para o nono mês do ano.

Os dados fazem parte do Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano, divulgado nesta segunda-feira (27) pela Câmara Técnica e de Conciliação da Cadeia Láctea de Goiás. O documento é uma iniciativa do Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e do Instituto Mauro Borges (IMB), em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) e o Sindicato das Indústrias de Laticínios no Estado de Goiás (Sindileite).

A média ponderada é calculada a partir da variação dos preços de uma cesta de produtos lácteos que representa o mix médio de derivados produzidos pelos laticínios no Estado de Goiás. São cinco os produtos considerados: leite UHT integral, leite em pó integral, queijo muçarela de barra, leite condensado e creme de leite a granel. O cálculo leva em consideração os preços recebidos pela indústria no mercado atacadista.

Sondagem do Sincovaga consultou 17 supermercados em quatro regiões; cesta de 16 itens pode ser até 40% mais cara, dependendo do estabelecimento.

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