Startups agritechs brasileiras conectadas com investidores globais – eDairyNews Últimas notícias
Brasil |3 agosto, 2020

Leite | Startups agritechs brasileiras conectadas com investidores globais

CEO FRANCISCO JARDIM: INVESTIDORES ESTRANGEIROS ESTÃO CADA VEZ MAIS INTERESSADOS NAS STARTUPS AGRITECH BRASILEIRAS

Francisco Jardim, CEO do SP Ventures – Foto: Facebook pessoal

Clique aqui para ouvir a coluna em áudio

CEO FRANCISCO JARDIM: INVESTIDORES ESTRANGEIROS ESTÃO CADA VEZ MAIS INTERESSADOS NAS STARTUPS AGRITECH BRASILEIRAS

Um dos principais eventos de inovação e tecnologia das startups agritechs, o Wrold Agritech South America Summit, realizado na semana passada, trouxe bons resultados para o Brasil. O Wrold Agritech South America Summit pôs na vitrine as startups nacionais e abriu uma enorme janela para que os investidores estrangeiros vissem, com lupa, o que está sendo feito dentro das porteiras tecnológicas da agricultura e pecuária do país.

Quem participou do evento virtual foi o investidor e CEO do SP Ventures, Francisco Jardim. Filho de embaixador, ele está no ramo das agritechs desde quando o assunto era incipiente. Com incursões no Vale do Silício, por anos e anos, Jardim trouxe para o Brasil os principais modelos mundiais de desenvolvimento de startups.

A coluna Agro&Negócios conversou com o CEO Francisco Jardim. Ele falou ao AGROemDIA sobre o evento, que teve a participação de mais de 620 delegados de nível sênior de todo o mundo. O encontro avaliou o papel da tecnologia na conquista de uma cadeia de suprimentos agroalimentares mais sustentável, eficiente e saudável.

 

PRODUTORES DE LEITE GAÚCHOS ENTREGAM REIVINDICAÇÕES A BOLSONARO

Foto: Pr/Divulgação

Os produtores de leite esperam que o governo federal passe a dar ainda mais atenção ao setor. A expectativa é resultado do encontro que as lideranças do Movimento Construindo Leite Brasil e da Associação Construindo Leite tiveram com o presidente Jair Bolsonaro, na última sexta-feira (31/7), no município gaúcho de Bagé. Eles entregaram a Bolsonaro a pauta de reivindicações da pecuária leiteira. Um dos principais pedidos é a ampliação do seguro Proagro para pastagem e silagem, entre outras atividades, na produção de leite.

A pauta de reivindicações foi encaminhada ao presidente pelos produtores Joel Dalcin, Rafael Hermann e Leonel Fonseca, coordenadores do Movimento Construindo Leite Brasil e da Associação de Construindo Leite. A audiência foi articulada pelo deputado federal Ronaldo Santini (PTB-RS), também membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

No encontro com Bolsonaro, os produtores de leite ainda enalteceram o trabalho da deputada Aline Sleutjes (PSL-PR), vice-líder do governo na Câmara Federal, que está coordenando o fórum do leite criado pela FPA para debater e propor medidas de apoio ao setor.

Conheça a pauta mínima dos produtores de leite

*Regular a importação de leite;

*Incentivar o consumo de leite interno, inclusive com ações governamentais;

*Incentivar a exportação do nosso leite;

*Seguro rural para o produtor de leite, que tenha abrangência no milho silagem e pastagens devido os vários fenômenos e variações climáticas;

*Incentivos fiscais para o produtor de leite e desonerar a produção de leite;

*Preço antecipado ao produtor de leite permitindo que o mesmo possa planejar, para o produtor saber qual valor receberá pelo produto antes do início do período mensal subsequente.

Os produtores de leite também pedem para ter participação efetiva na Câmara Setorial do Leite e no Comitê Técnico Consultivo do Leite, ambos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Reivindicam ainda que o governo deixe claro as metas para o leite e seus derivados no mercado interno e externo e apoio a criação de um plano nacional de fortalecimento da cadeia láctea. Querem que as ações voltadas ao setor sejam alinhadas com entidades representativas dos produtores de leite, como a CNA, Abraleite e Associação dos Produtores Construindo Leite, além do Mapa.

CUIDADOS COM PORCAS DE ALTA PRODUÇÃO

“Porcas de alta produção são verdadeiras atletas. Elas são capazes de gerar 15 leitões ou mais já no primeiro parto e de manter a mesma eficiência reprodutiva nas demais gestações, podendo alcançar 35 leitões anualmente”, destaca a médica veterinária Nazaré Lisboa, da Consuitec. No entanto, assinala Nazaré, essas porcas precisam ser mimadas e tratadas à altura de tamanha produtividade.

Segundo a especialista, cerca de 15% delas não chegam ao terceiro parto, sendo descartadas por diferentes causas. Isso ocorre porque, em geral, os cuidados com essa categoria de matrizes ainda são deficientes, da Nazaré.

“O manejo adequado com essas porcas de alta produtividade deve iniciar desde o nascimento. Hoje, a mortalidade, que anteriormente se estimava entre 3% a 5 %, supera 10% em muitos planteis, assinala Nazaré.

O gerente de produtos da Auster Nutrição Animal, Roverio Freitas, acrescenta que as fêmeas, quando descartadas antes do terceiro parto, não pagam o investimento.

Recentemente, a Auster Nutrição Animal lançou a linha de produtos Númia Suis. De acordo com a empresa, “os produtores Númia Suis garantem bom desempenho às futuras reprodutoras, desde a fase de creche até a lactação, proporcionando níveis nutricionais adequados para obter o máximo desempenho e longevidade”.

A conferir…

Foto: Facebook Grupo Bom Futuro

BOA SACADA…

Interessante a iniciativa do grupo Bom Futuro para o pasto. Com o calor de rachar o solo, o gerente da fazenda Água Azul, lá de Campo Verde, Mato Grosso, o sempre antenado Edmilsso Amim e sua equipe, plantaram um caramanchão de maracajá. Com isso, o gado tem sombra com temperatura 10 graus menor que no sol. Além disso, a rapaziada ainda se farta no suco de maracujá. Como é calmante, o pessoal fica também mais tranquilo… Tá certo….

Foto: Lucas Scherer/Embrapa

GALINHAS TRABALHAM MUITO PARA PRODUZIR OVOS

O ovo é uma excelente fonte de nutrientes fundamentais para o ser humano: fornece minerais, aminoácidos, proteínas e lipídeos, além de boa parte das vitaminas que o organismo necessita.

Essas substâncias ajudam, por exemplo, a diminuir a incidência de doenças crônicas (AVC, diabetes, obesidade e hipertensão arterial), a proteger a saúde dos olhos, fortalecer o sistema imunológico e a combater o envelhecimento precoce.

Rico em vitaminas e minerais e com mais de 50 nutrientes presentes em sua composição, o ovo traz benefícios valiosos para o bom funcionamento do organismo.

A Katayama Alimentos, uma das maiores indústrias avícolas do país, assegura que sua “produção de ovos de qualidade está atrelada ao bem-estar animal”.

A empresa informa que com um rigoroso sistema de biosseguridade e mantém, desde 2013, todas as aves livres de antibióticos, que vivem com garantia de conforto térmico, em ambientes tranquilos, recebendo água tratada e alimentação balanceada. “A alimentação é produzida dentro do complexo produtivo da indústria avícola.”

Em 2019 a Katayama Alimentos recebeu o “Certificado Ovos Livres de Antibióticos” pela Certificadora WQS – A QIMA Group Company.

Bueno, as galinhas da Katayama produzem ovos brancos, vermelhos, enriquecidos; de codorna; líquidos pasteurizados e ovos desidratados, mantendo todos os lotes rastreáveis. Ou seja, a galinha botou, e o pessoal da Katayama já sabe até qual supermercado os ovos estão.

E as galinhas têm trabalhado…A previsão da empresa para 2020 é de 1 bilhão de ovos, com perspectiva de crescimento de 40% para este ano e de 15% para 2021.

Essa produção está concentrada em uma área de 725 hectares, localizada na cidade de Guararapes, no estado de São Paulo, e conta com 370 colaboradores, que cuidam de quase 4 milhões de aves em recria e postura.

Reprodução: Angus.org

ANGUS QUER PARCERIA EM PESQUISA GENÔMICA

Após fecharem acordo para o fomento do uso da seleção genômica nos rebanhos Angus, a Associação Brasileira de Angus e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) buscam criadores da raça que tenham interesse em participar da implementação da pesquisa. O objetivo é coletar informações sobre os animais quanto à resistência ao carrapato, além das já tradicionais características de desempenho e de carcaça, e avaliar homozigose para a pelagem preta.

Foto: CRV/Divulgação

MELHOR TOURO PARA ÍNDICE DE DESMAMA DO SUMÁRIO NATURA 2020

Mais um animal da bateria Corte Europeu da CRV Lagoa se destaca em um dos principais sumários do Brasil. O ‘GAP Supremo’ é o melhor touro para Índice de Desmama do Sumário Natura 2020, que chega à sua 34ª edição trazendo as avaliações dos melhores animais das raças Angus e Brangus do país.

GAP Supremo, da raça Brangus, alia padrão racial com performance e é indicado para rebanhos puros e comerciais no sistema semi-intensivo, destaca a CRV Lagoa.

“Com sêmen disponível, Supremo é muito forte nas avaliações de ganho de peso do nascimento ao desmame, precocidade e musculatura, o que fica evidente em sua carcaça. O reprodutor também possui frame moderado e é muito indicado para o uso em planteis e também em cruzamentos terminais ou tricross”, ressalta Fabio Frigoni, gerente de produto Corte Europeu da CRV Lagoa.

Laercio Dalla Vechia, produtor de soja no Paraná e campeã do Desafio do CESB – Foto: Divulgação

DESAFIO DA MÁXIMA PRODUTIVIDADE DA SOJA

Quem está comemorando é a UPL, que produz defensivos e biossoluções. A combinação, garante a UPL, foi fundamental para que os produtores rurais conquistassem cinco dos seis prêmios concedidos pelo Desafio da Máxima Produtividade da Soja na safra 2019/2020, ação realizada anualmente pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb).

“A combinação de químicos e biossoluções faz parte do programa Pronutiva, desenvolvido exclusivamente pela companhia”, informa a UPL.

O grande campeão nacional, que também venceu na Região Sul, foi Laercio Dalla Vechia, de Mangueirinha (PR). Com uso do Fisioativador Foltron e do fungicida multissítio Unizeb Gold, ele alcançou 118,82 sacas por hectare. Na soja irrigada, o campeão foi Eliseu Jose Schaedler, de Boa Vista das Missões (RS), com 111,93 sc/ha, usando produtos que fazem a modulação fisiológica das plantas.

“A combinação das soluções para proteção de cultivos com as biossoluções é a proposta do nosso programa Pronutiva, com o qual nos propomos a cuidar de todo o ciclo de cultivo de forma integrada e sustentável. Com plantas mais saudáveis, podemos alcançar níveis altos de qualidade e produtividade, como os registrados nesta edição do desafio do CESB”, afirma Jorge Tame, gerente de marketing para Pronutiva na UPL Brasil.

A nova UPL é líder na cadeia de produção de alimentos global e, com a recente aquisição da Arysta LifeScience, tornou-se uma das cinco maiores empresas de soluções agrícolas do mundo. Com receita de aproximadamente US$ 5 bilhões, a nova UPL está presente em 76 países, com vendas para mais de 130.

Reprodução: Native

ÉTICA NOS PRODUTOS ORGÂNICOS

A Native, marca de produtos orgânicos do Grupo Econômico Balbo, acaba de se tornar a primeira empresa de alimentos no mundo a receber a certificação de sistema de fornecimento ético concedida pela UEBT (União para o BioComércio Ético) – associação internacional sem fins lucrativos que estabeleceu um padrão global para a utilização sustentável da biodiversidade na cadeia produtiva.

O selo “Fornecendo com Respeito”, como é chamado, reconhece os princípios que norteiam o abastecimento ético: conservação e uso sustentável da biodiversidade, respeito pelos direitos dos trabalhadores, sistemas para fornecimento ético, entre outros.

No caso da Native, a chancela atesta que todas as ações da empresa relativas ao fornecimento de açúcar e álcool orgânicos foram avaliadas e estão de acordo com os princípios de biocomércio ético da UEBT.

A companhia responde por 18% a 20% da produção mundial de açúcar orgânico, exportando seus produtos para 70 países nos cinco continentes.

Foto: Divulgação

DEFENSIVOS BIOLÓGICOS

A AgBiTech assumiu a liderança do mercado de baculovírus para lagartas da soja, três anos após estreia no país.

A participação da empresa AgBiTech na movimentação de biológicos para lagartas da soja atingiu 17% das vendas da categoria, o equivalente a US$ 18 milhões, na safra 2019/20.

O resultado alçou a empresa à condição de player do segmento e, ao mesmo tempo, a tornou líder do mercado de baculovírus para a oleaginosa. Os dados são da Spark Consultoria Estratégica.

No mesmo período, somados, produtos da AgBiTech para lagartas da soja e de outras culturas, atingiram 2 milhões de hectares tratados, crescendo mais de 200% em relação aos 600 mil hectares do ciclo 2017/2018, quando a marca fez sua estreia comercial.

Conforme a Spark, na safra passada, o mercado total de inseticidas para lagartas, incluindo produtos químicos, caiu 5%, em valor, foi para US$ 480 milhões. Houve queda também, de 6%, em área tratada, para 64,6 milhões de hectares.

Na contramão do mercado, as vendas dos bionseticidas para lagartas da soja cresceram 28% ante o ciclo 2018/2019. Em área tratada, no mesmo período, saltaram 19%, para 1,7 milhão de hectares.

Os dados da Spark antecipam forte tendência de avanço contínuo do mercado de biológicos, já que a adesão aos insumos atingiu 21% dos agricultores, nas áreas analisadas pela consultoria, na safra 2019-20.

Projeções da indústria também apontam que, num período estimado entre cinco e dez anos, os inseticidas biológicos responderão por cerca de 20% (US$ 150 milhões) das vendas de inseticidas (mercado total), hoje da ordem de US$ 900 milhões.

Adriano Vilas Boas, executivo da AgBiTech – Foto: Reprodução

Novo comando

O desempenho obtido pela empresa no Brasil levou o fundo controlador da empresa, Paine Schwartz Partners (PSP), a eleger o Brasil como seu principal mercado-chave. Agora, está à frente da estratégia de negócios da AgBiTech o executivo brasileiro Adriano Vilas Boas. Até junho último, ele era o CEO para a América Latina e acaba de assumir ao posto de CEO Global.

Fora do Brasil, diz Vilas Boas, a AgBiTech buscará o crescimento em mercados consolidados, como Estados Unidos e Austrália, e também nas regiões consideradas emergentes – países da África e áreas do Paraguai, neste último em virtude da acelerada expansão da sojicultura.

A AgBiTech também voltou a reforçar seu portfólio de soluções bioinseticidas. Por meio de acordo com a startup Tarvos, de Campinas (SP), a empresa passará a atuar no mercado de monitoramento de lagartas.

A Tarvos desenvolveu um sistema de ‘armadilhas’ de última geração, inédito no mundo, que possibilita a contagem de ‘mariposas’ por metro quadrado. Com o emprego de satélite, o modelo não demanda conectividade para funcionar com precisão em propriedades dos rincões brasileiros.

O sistema AgBiTech-Tarvos permitirá reduzir custos, na faixa de 20% a 40%, nos tratamentos para controle de lagartas, incluindo a diminuição do uso de produtos químicos.

Foto: VOA/Divulgação

DRONE AGRO REDUZ CUSTOS E IMPACTO AMBIENTAL

A aplicação de defensivos microbiológicos conta com estratégias tecnológicas de pulverização via drones. A técnica, conhecida para liberação de macrobiológicos, vem sendo adotada por horticultores do cinturão verde paulista com ganhos financeiros e economia de uso de recursos naturais. A aplicação de produtos da Koppert é feita pela VOA, empresa de São José dos Campos (SP).

Segundo o Nei Brasil, CEO da VOA, os primeiros testes da aplicação com drones estão sendo feitos em lavouras de couve-manteiga e repolho, com a aplicação de Boveril (Beauveria bassiana) e Trichodermil (Trichoderma harzianum), o primeiro, inseticida e o segundo, fungicida e nematicida biológicos.

A introdução dos drones para pulverização, quando comparada a pulverizadores costais manuais ou motorizados, pode representar uma capacidade de campo operacional 30 vezes maior.

Essa nova forma de aplicação também representa redução no custo com mão-de-obra para os tratos culturais, além de diminuir o impacto das áreas tratados como o amassamento de plantas e pisoteio do solo, pontua a VOA.

“Outro ponto positivo da aplicação via drone é a redução do uso de água. Isso porque outras formas de pulverização utilizam 800 l/há. Com os drones a calda é de apenas 30l/ha – redução na ordem de 26 vezes no consumo de água para a realização do mesmo serviço.”

A empresa estima que 80% da produção de frutas, legumes e hortaliças utilizem a pulverização manual.

Foto: Divulgação

AZEITAS DE ABATE NO MERCADO

Após o lançamento da safra 2020 dos azeites de oliva, em abril, chegou a vez dos azeites de abacate Oliq chegarem ao mercado. Neste ano, a safra oferece dois tipos de azeite, o 100% avocado, que é o puro azeite do abacate dessa variedade, e o aromatizado com limão siciliano, que resulta da infusão da casca do limão nesse azeite.

O óleo de abacate, assim como o de oliva, é extraído da polpa da fruta. Por isso, é possível extraí-lo “em bruto”, ou seja, por meios puramente mecânicos, sem utilização de solventes químicos.

A máquina desenvolvida para extrair azeite de oliva realiza o mesmo serviço com o abacate. São necessárias, entretanto, algumas adaptações. “No processamento da oliva, o caroço é moído junto com a polpa e depois descartado com ela. Já o caroço do abacate, assim como sua casca, deixa um resíduo com sabor desagradável do óleo. Por isso, para extrair o azeite do abacate, é preciso primeiro despolpá-lo manualmente”, explica Vera Masagão, sócia proprietária de Oliq.

A extração da safra 2020 teve início na última semana. Até o momento, já foram processadas mais de 6 toneladas de avocado, que resultaram em aproximadamente 850 litros de azeite. O processo continuará pelos próximos meses, chegando a cerca de 15 toneladas e 2 mil litros.

Devido à grande quantidade de fitoesteróis e vitamina E, o óleo de abacate apresenta muitas propriedades positivas, anti-bactericidas, antivirais e anti-inflamatórias, além de ser um poderoso antioxidante, ajudando assim a diminuir os sinais do envelhecimento, sublinha a Oliq.

Foto: Patense/Divulgação

EMPRESA PATENSE INVESTE EM RECICLAGEM

A Patense tem como atividade fim a reciclagem animal, que transforma em matéria-prima os resíduos provenientes do abate animal (frigoríficos, matadouros, peixarias, entre outros). Esses resíduos, que muitas vezes são descartados inadequadamente no meio ambiente, contaminando-o e propiciando a proliferação de diversos vetores que comprometem a saúde pública, após o devido processamento, dão origem a farinhas, sebo, óleo e graxa.

Esses produtos são essenciais para a cadeia produtiva de diversos segmentos no Brasil e no mundo, como, por exemplo, para a formulação de rações pet e para a indústria de higiene (sabão).

Hoje, a Patense opera com quatro complexos industriais, em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Realiza a coleta e processamento de produtos não comestíveis de origem animal de frigoríficos em mais de seis estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do País.

Produz em suas unidades, farinha bovina, sebo bovino, farinha suína, farinha de peixe, farinha de pena, graxa branca, óleo de aves, óleo de peixe e revende para diversos segmentos agroindustrial.

JBS BIODIESEL AMPLIA PRODUÇÃO EM SANTA CATARINA

A JBS iniciou no mês passado a construção da sua nova fábrica de biodiesel, localizada no município de Mafra, em Santa Catarina. A planta será operada pela JBS Biodiesel, divisão da JBS Novos Negócios, com investimento de R$ 180 milhões por meio da Seara Alimentos.

A fábrica da JBS Biodiesel em Mafra terá uma área total de 76 mil metros quadrados, com capacidade de produção de cerca de 1 milhão de litros de biodiesel por dia. Para a sua construção, serão gerados cerca de 400 empregos. A inauguração está prevista para junho de 2021 e deve gerar 100 postos de trabalho diretos e cerca de 300 indiretos.

O município de Mafra está localizado em uma região estratégica para o setor de biocombustível nacional. Além de contar com uma logística eficiente de embarque e desembarque pelos modais ferroviário e rodoviário, está a 120 quilômetros de distância de Araucária (PR), onde fica a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), uma das principais unidades de mistura e distribuição de diesel do país.

A JBS é uma das líderes globais da indústria de alimentos e conta com uma plataforma global de produção diversificada por geografia e por tipos de proteína.

Aviso legal sobre propriedade intelectual em conteúdo digital

Todas as informações contidas nestas páginas que NÃO são de propriedade da eDairy News e NÃO são consideradas "de domínio público" pelos regulamentos legais são marcas registradas de seus respectivos proprietários e reconhecidas por nossa empresa como tal. A publicação no site eDairy News é feita com a finalidade de coletar informações, respeitando as normas contidas na Convenção de Berna para a Proteção das Obras Literárias e Artísticas; na Lei 11.723 e demais normas aplicáveis.

Qualquer reivindicação decorrente das informações contidas no site eDairyNews será submetida à jurisdição dos Tribunais Ordinários do Primeiro Distrito Judicial da Província de Córdoba, República Argentina, com sede na cidade de Córdoba, com exclusão de qualquer outra jurisdição, incluindo a Federal.

Deja una respuesta

Tu dirección de correo electrónico no será publicada. Los campos obligatorios están marcados con *

Notas relacionadas