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Brasil |10 octubre, 2019

Leite | Técnicos recebem qualificação para atuar na cadeia produtiva do leite

Nesta quinta-feira (10.10), termina o 20º módulo da Capacitação Continuada de Técnicos da Cadeia Produtiva do Leite, realizado pela Embrapa Agrossilvipastoril por meio do Programa MT Produtivo

Nesta quinta-feira (10.10), termina o 20º módulo da Capacitação Continuada de Técnicos da Cadeia Produtiva do Leite, realizado pela Embrapa Agrossilvipastoril por meio do Programa MT Produtivo – Leite da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf). A capacitação conta com a participação de 47 técnicos da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e outros. O evento é realizado no auditório da Embrapa, no município de Sinop (500 km ao Norte de Cuiabá).

Com duração de três dias (8 a 10.10), a iniciativa visa capacitar os técnicos de forma contínua para implementação de novas tecnologias a serem aplicadas no campo. Com isso busca-se o fortalecimento da assistência técnica e extensão rural em todo o Estado. A capacitação conta com uma parceria entre Seaf, Empaer, Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), Senar-MT e Superintendência Federal de Agricultura no Estado de Mato Grosso.

Entre os temas abordados estão a manipulação de dietas para rebanho leiteiro, técnicas de reprodução assistidas para rebanho leiteiro, doenças relacionadas à reprodução e avaliação e prospecção de demandas. A programação será encerrada na tarde de quinta com uma avaliação do módulo e discussão para levantamento de demandas e temas para serem abordados nos próximos encontros da capacitação.

O presidente da Empaer, Renaldo Loffi, fala que desde 2011 os técnicos da Empaer participam da Capacitação Continuada promovida pela Embrapa. Ele destaca que foram estruturados processos de capacitação continuada em cadeias de grande importância para o estado. Além do leite, também fazem parte as cadeias da fruticultura, olericultura, piscicultura, mandiocultura, sistemas agroflorestais, integração lavoura-pecuária-floresta e apicultura. “Estes participantes serão multiplicadores, tendo como missão passar o conhecimento adquirido para colegas extensionistas e posteriormente para os produtores”, esclarece.

Segundo Loffi, a Empaer aposta no sistema de capacitação continuada de seus técnicos. Por isso, a empresa está buscando melhorar a gestão do processo, inclusive, com a nomeação de um representante em cada grupo gestor das principais cadeias produtivas do estado. E acrescenta que esse processo é fundamental para que as tecnologias cheguem até o produtor.

O engenheiro agrônomo da Empaer, José Carlos Rodrigues dos Santos, é responsável pela cadeia produtiva da bovinocultura e comenta que a atividade leiteira está presente em praticamente todos os municípios do Estado. O leite é considerado um dos produtos mais importantes para a agricultura familiar e a principal opção de produção para a maioria dos assentados da Reforma Agrária.

Conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2017 a produção leiteira de Mato Grosso foi de 745,851 milhões de litros para 511,247 mil vacas ordenhadas. A produtividade média foi de 1.458,9 litros por vaca/ano. Rodrigues explica que o Estado ficou dentro da média da região Centro-Oeste, porém 34,55% abaixo da média nacional, que foi de 1.963 litros/vaca/ano.

Para fortalecer a cadeia produtiva do leite e difundir novas tecnologias, José Carlos informa que a Seaf estará implantando Unidades de Referência Tecnológica (URT), visando o aumento da produtividade, produção, qualidade do leite e modernização das indústrias. O Programa do Leite prevê que em quatro anos (2019 a 2022) serão atendidos 95 municípios com a implantação das URTs, alcançando 12.565 Unidades de produção Familiar (UPF) com serviços de assistência técnica, extensão rural e fomento.

“Além dos atendimentos individuais às UPF’s, serão preconizadas diversas atividades com metodologias coletivas, como por exemplo, dias de campos, visitas técnicas e outros, como meio para capacitar os produtores dentro de uma visão tecnologicamente sustentável, economicamente viável, socialmente justa e ambientalmente correta”, conclui José Carlos.

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