É o primeiro produto do tipo com pegada sustentável lançado no Brasil.
Share on twitter
Share on facebook
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on email
Fresco e orgânico, produto não contribui com aquecimento global.  Foto: Ricardo Davino/SAÚDE é Vital

Depois de atuar por anos no meio acadêmico, o veterinário Luis Fernando Laranja da Fonseca resolveu empreender. “E a temática ambiental sempre foi muito revelante para mim”, conta. Daí nasceu a Guaraci Agropastoril, que acaba de lançar o NoCarbon, o primeiro leite carbono neutro do país.

Isso significa que sua produção não contribui para emissões de CO2, um dos grandes promotores do efeito estufa e do aquecimento climático.

Em linhas gerais, a Guaraci aposta em um sistema de compensação, já que a criação de gado naturalmente gera gases nocivos. “Somos obcecados em plantar árvores, que são sequestradoras de carbono”, diz Fonseca. Com elas por perto, o gás não voa livre para a atmosfera. O produto, que é fresco e orgânico, pode ser encontrado em vários pontos de venda em São Paulo e logo mais deve chegar a alguns estados.

A criação de gado precisa mudar

No Brasil, o desmatamento para abrir pasto é o principal culpado por emissões de gases do efeito estufa. Entenda por que a vegetação precisa entrar na história:

Floresta madura: É como se fosse um armário de carbono. Ela não capta CO? novo, mas tem um monte guardado.

Árvores jovens: O ideal é continuar plantando, porque é essa vegetação em fase de crescimento que vai recolher o carbono.

Área desmatada: Se a floresta madura é derrubada, todo o CO² reservado voa embora. Sem falar no que será emitido dali em diante.

Para além do leite…

Em parceria com a Embrapa, a Marfrig lançou, no final do ano passado, a marca Viva, uma linha de carne carbono neutro, baseada nesse sistema de agropecuária florestal.

A produção ainda é bastante tímida. Segundo Fonseca, um braço da Guaraci também já está desenvolvendo cortes suínos, bovinos e de frango dentro da mesma perspectiva. E, em breve, eles devem colocar queijos no mercado.

O preço médio da cesta de derivados lácteos variou negativamente no mês de novembro/2021. Na média ponderada, a retração foi de 7,21%, em relação dos preços observados pela indústria de laticínios no mês anterior. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (29/11) no Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano.

Você pode estar interessado em

Deja una respuesta

Tu dirección de correo electrónico no será publicada. Los campos obligatorios están marcados con *

Para comentar ou responder, você deve 

ou

Notas
Relacionadas

newsletter

ASSINE NOSSO NEWSLETTER