De acordo com pesquisador, ao adotar o sistema, o produtor ganha mais controle sobre os gastos com dieta e diminui a necessidade de área
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De acordo com pesquisador, ao adotar o sistema, o produtor ganha mais controle sobre os gastos com dieta e diminui a necessidade de área

Pesquisa da Embrapa indica aumento de até 10 litros de leite por dia em vacas que passaram do sistema de pasto para o semi-confinado. De acordo com o pesquisador Jorge Schafhauser, o ganho está atrelado à própria fisiologia dos animais. “A vaca leiteira precisa de constância no alimento que ingere, o que é muito difícil no sistema a pasto. Conforme a planta se desenvolve, muda sua composição. Chuvas e luminosidades também influenciam”, afirma.

Mais do que uma mudança de sistema, Schafhauser defende que pecuaristas que adotam o semi-confinamento estão mudando de conceito. “Ele se torna um empreendedor da atividade. O sistema leva a controle maior dos gastos, da dieta. Ele passa a identificar os animais mais produtivo e com isso tem salto de produtividade”, diz.

Além disso, de acordo com o especialista, o sistema a pasto, quando se leva em consideração o custo das terras agrícolas, remunera pouco por conta da produtividade. “Acredito que a tendência, que está se efetivando, é de diminuição do número de produtores e aumento da escala, principalmente com a demanda de áreas para agricultura. Nesse sistema há racionalização do uso do solo e aumento de escala de produção. Escala é determinante para racionalização dos custos”, pontua.

Inventados para aliviar o trabalho nas salas de cura, eles ajudam na metamorfose dos queijos suíços.”

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